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A difícil arte da fé

Ter fé é banir da vida o "e se?”, 

e caminhar com a cabeça erguida,sem olhar para trás e nem para os lados;

É ter a convicção de que aconteça o que acontecer, o objetivo será atingido.

Há quem pense que ter fé é se jogar num buraco escuro,

sem saber o que o espera embaixo;mas é exatamente o contrário.

Quem tem fé se joga no buraco escuro sim, mas ele sabe, através dos olhos espirituais,

o que o espera e não duvida disso;ele constrói sua arca com a certeza que a chuva virá;

ele abre os olhos para a promessa e fecha  os ouvidos para os que tentam fazê-lo desistir com dúvidas;

ele anda sobre as águas e sente terra firme sob os pés;

ele vê saídas e continua a caminhar onde outros desistiram.

Temos fé quando temos a certeza absoluta que não estamos sós.

Sabemos que uma Mão nos guia, Braços nos esperam e isso nos reconforta.

Perdemos bênçãos por que no meio do caminho, principalmente se este for longo,

começamos a questionar.

Mas não é fácil pra ninguém manter-se em posição de fé quando tudo parece contrário ao que se espera.

As pessoas mais próximas de Jesus duvidaram.

Pedro começou a afundar ao andar sobre as águas, os discípulos todos entraram em pânico por causa de uma tempestade,

mesmo sabendo que o Mestre estava do lado e Tomé quis tocar a ferida de Jesus com as próprias mãos.

Somos assim, nós, incrédulos, porque somos por demais materialistas.

Fôssemos mais espirituais e nossa vida seria diferente.

Quem só acredita naquilo que vê, só experimenta daquilo que vê; quem acredita em Deus, experimenta a diversidade de bênçãos que Deus coloca a nossa disposição.

A fé é um exercício diário de confiança em Deus e é o resultado da convivência com Ele.

Só que Deus não é um Deus que se impõe.

A nós cabe a busca.
Quem já tem fé planta em
desertos

e vê campos floridos.
Quem não tem,

Peça que Deus dá com alegria.

 

Pr.Junior 

A festa de Chanuca

A Festa de Chanucá é a Festa da Dedicação, a Festa das Luzes, cuja chamada é: na Tua luz, veremos a luz, tudo ficará debaixo da luz. É uma chamada para a Igreja de Jesus limpar os altares do Senhor, ser luz diante dos homens e ter uma vida dedicada no altar de Deus.

 

Na parábola das dez dracmas, o requisito básico para que aquela mulher encontrasse a dracma perdida foi acender a luz (Lc 15). Encontraremos algo que perdemos quando acendermos a luz. Essa parábola fala do resgate da nossa identidade. A mulher é a figura da Igreja que, com diligência, procurará a dracma perdida.

 

A Igreja é responsável por varrer, tirar a sujeira e acender a lamparina para, com diligência, encontrar o que estava perdido. E quando ela encontrar, não guardará apenas para si, mas convidará seus vizinhos e repartirá sua alegria.

 

Essa dracma perdida tem um valor espiritual que é a visão. E Deus nos convoca para que retomemos à visão original. Mas, para tirar toda a sujeira é necessário luz, porque sem a luz podemos varrer e jogar fora coisas que são boas. Então, o conselho é: acenda a sua lamparina para encontrar a visão. Nunca vamos ter a visão com a lamparina apagada.

 

Por que Deus quer que acendamos a luz do Senhor? Porque quando a luz é acesa tudo é denunciado. Deus quer que a luz se acenda para que haja denúncia. A sabedoria, o conhecimento e a revelação só virão quando a luz dos olhos do espírito se abrirem. Quando falamos da festa de Chanucá, debaixo da luz do Senhor, o que Deus está querendo nos mostrar? Que Ele vai denunciar todas as trevas.

 

A Festa de Chanucá é a Festa da Dedicação. Isso porque o povo de Israel precisava consagrar novamente o templo que havia sido profanado com a presença de deuses pagãos em seu interior. O altar foi contaminado com sacrifícios pagãos e uma grande perseguição se levantou contra o povo de Israel (168 a.C).

 

Porém, uma pequena parte do povo se levantou contra aquela profanação, arrancou todo o nível de imundície que havia sobre o altar e começou o processo de reconsagração do templo que durou oito dias. Porém o azeite havia sido profanado. Existia apenas uma porção não contaminada, mas era pequena e serviria para apenas um dia. O milagre é que a menorah ficou acesa por oito dias.

 

Todos celebraram o milagre da Chanucá que significa o clamor de um povo: Deus, que a tua luz permaneça acesa. O primeiro braço da Menorah obrigatoriamente precisa ficar aceso porque é ele que dá luz para os outros. Ele estava aceso e passou luz para os outros. Jesus é a luz que dissipa as trevas, Ele é a luz que alumia toda a humanidade (João 1).

 

Na Festa de Chanucá, o povo de Israel recebeu suprimento de óleo para os oito dias necessários para a purificação. Chanucá significa luz acesa, consagração debaixo da luz, separação para santificação ao Senhor, dedicação a Deus.

 

A Festa de Chanucá é o momento de dedicação, de consagração de tudo que pertence ao Senhor. É momento de entendermos que não devemos profanar aquilo que pertence a Deus. Devemos colocar a herança do Senhor de volta no Seu altar e arrancar toda herança do inimigo.

 

Em Chanucá, devemos pedir do Senhor óleo novo, uma nova unção para consagrarmos nossas vidas, nossas casas, nossas famílias ao Senhor. Nossa oração é para que os milagres de Deus alcancem sua vida e que a luz do Senhor permaneça acesa para sempre na sua vida e Família.

 

 

Festa dos Tabernáculos - Sucot

 

Sucot 1

A Festa dos Tabernáculos ou Sucot (em hebraico), para os cristãos dos últimos dias, se reveste de um significado especialíssimo. Durante séculos a igreja cristã institucional tem observado apenas a festa da Páscoa - dentre as três grandes festas de Israel - Páscoa, Pentecostes, Tabernáculos (Dt 16 e Lv 23).

Para nós, a Festa dos Tabernáculos significa a habitação do Senhor em nosso meio (II Co 6:16b-18), e também o fato de que estamos entrando na nossa Herança (de que Canaã era uma figura).

Na verdade, Deus habitou em nosso meio na pessoa de Ieshua.

Em João 1:14, que diz: "E o verbo se fez carne, e habitou entre nós", a palavra no original não é habitou, mas "tabernaculou" entre nós. Isto demonstra que Ieshua era "Deus conosco", ou seja, Deus tabernaculando conosco.

Por este motivo, temos visto os estudiosos afirmarem que Ieshua não nasceu no dia 25 de dezembro, mas durante a Festa dos Tabernáculos. Isto é óbvio, se pensarmos que no dia em que Ieshua nasceu "pastores... guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite" (Lc 2:8). Se fosse na noite de 24 ou 25 de dezembro, isto não seria possível, devido ao frio que faz naquela região nessa época. Neste caso, os rebanhos estariam bem guardados em seus apriscos fechados, e não ao ar livre, como Lucas relata. Pode-se provar que Ieshua nasceu em setembro ou outubro, estudando-se em profundidade a dada do nascimento de João Batista, 6 meses antes do nascimento de Ieshua (Lc 1:36), se considerarmos que Zacarias, pai de João, era do turno de Abias (Lc 1:5).

Verificando-se a época em que esse turno funcionava no tabernáculo, conclui-se que (I Cr 24:10), somando-se o tempo necessário para o nascimento de Ieshua cairá durante a Festa dos Tabernáculos.

Significado profético

Sucot 2

Além disto, a Festa dos Tabernáculos é uma Festa Profética. A sua mensagem nos fala da nossa herança, isto é, "da medida da plenitude da estatura de Cristo", a que a Palavra de Deus nos promete que chegaremos em breve (Ef 4:11-16). Fala da glória de Deus a ser manifestada nesta "ultima casa" (Ag. 2:8). Fala não apenas do milagre da provisão de Deus no meio do deserto, mas de uma provisão superabundante na terra que é nossa herança, onde teremos não apenas as "primícias", "o penhor da nossa herança" (Rm 8:23; Ef 1:13,14), que é Espírito o Santo, mas teremos a plenitude da herança, a posse de tudo o que o Senhor tem reservado para os seus filhos.

Significado prático

A Festa dos Tabernáculos não é apenas algo que comemoramos uma vez por ano, em setembro-outubro, relembrando o passado, mas significa, para nós, uma EXPERIÊNCIA. Assim como a Páscoa é para os salvos uma experiência (libertação do pecado e da escravidão), e também o Pentecostes é uma experiência (batismo com o Espírito Santo), Tabernáculos é uma experiência a ser atingida pela Igreja Cristã.

É certo que neste mês nos reuniremos para estudar a Palavra, e adorar ao Senhor. Mas a Festa não termina depois desta Santa Convocação. Ela continua em nossos coração, que anseiam pelo seu cumprimento, pela manifestação dos seus frutos, dia após dias. E, pouco a pouco podemos sentir que o Corpo do Ungido (Messias), a igreja, esta chegando à experiência da Festa dos Tabernáculos. Aleluia.

Tabernáculos será uma experiência em que todo o Corpo entrará ao mesmo tempo. Qual deve ser o nosso interesse? Ajudar todos os membros do Corpo do Ungido (Messias) a entrar em todas as experiências que Deus está revelando aos Seus nestes últimos dias, para que em breve tudo se cumpra e cheguemos a "restauração de todas as coisas" (At 3:21), e possa cumprir-se cabalmente no Corpo do Ungido (Messias) a experiência da Festa dos Tabernáculos.

Como observar a festa dos Tabernáculos

1) - "Ide, comei carnes gordas, tomai bebidas doces" (Ne 8:10).
Há muitas maneiras pelas quais as ações de graça pela Colheita, podem ilustrar a Ceifa Mundial que cremos que Deus nos dará, e que a Festa tipifica.

2) - "Enviai porções aos que não têm nada preparado para si" (Ne 8:10). Rejeitemos a troca de presentes comum na época de Natal (falsa data do nascimento de Ieshua), em favor do "enviar porções". Não é uma troca interesseira, mas "presentes aos que nada têm preparado para si". Nisto consiste o amor. Esta é uma boa saída para o comercialismo do Natal, e um digno substituto cristão para o ambiente pagão da época natalina.

3) - "Dia após dia leu Esdras no livro da lei de Deus desde o primeiro dia até o último; e celebraram a Festa por sete dias" (Ne 8:18). O estudo e meditação na Palavra de Deus é uma característica do "espírito" da Festa dos Tabernáculos. Procure ler a Palavra com a família e mais outras pessoas, se possível, nestes dias.

4) - "Saí ao monte, e trazei ramos... para fazer cabanas" (Ne 8:15,16). Faça uma pequena cabana para lembrar o significado da Festa, tipificando a estrebaria em que Deus veio tabernacular conosco, na pessoa de Ieshua.

Essa cabana pode ser uma bela ilustração da verdade, especialmente para as crianças.

Além de tudo, estamos esperando que o Senhor, nestes últimos dias, revelará algo completamente novo a respeito da Festa dos Tabernáculos. Procure começar seguindo os princípios da Palavra de Deus, que as demais coisas o Espírito revelará a seu tempo.

A REPRESENTAÇÃO PROFÉTICA DA FESTA DE SUCOT

A festa de Sucot é rica em significados e simbolismos, que como nos diz a Bíblia, está sempre apontando para algo que haveria de vir - eram sombra das coisas futuras - e assim é com Sucot.

O primeiro fator relembrado nesta festa é o fato de que os judeus estavam sempre viajando - as cabanas eram simples para poderem ser montadas e desmontadas a qualquer momento - e isso é uma representação do "peregrinar" do homem sobre a terra. Sabemos que o mundo não é nosso lugar. Ieshua quando falou disso, disse o seguinte: "Não são do mundo, como eu do mundo não sou" (Jo 17.16), demonstrando que nossa verdadeira cidadania não é terrena, pois apenas "estamos" no mundo, porém não "somos" do mundo!

Outro fator importante é que as cabanas eram frágeis, mas independente disso o povo viveu por quarenta anos no deserto sob a proteção de Deus. Isso nos faz lembrar o cuidado de Deus para conosco e que mesmo em meio às provações há a provisão, o livramento, a proteção que, apesar da fragilidade de nossa vida, manifestam-se desta forma dando-nos a certeza de que Ele está com todas as coisas sob controle! Durante os quarenta anos de peregrinação do povo de Israel não lhes faltou coisa alguma, quer no sentido material, quer no sentido espiritual. A provisão material abrangia duas áreas principais: a provisão da alimentação em meio a um deserto e a manutenção daquilo que eles já tinham quando saíram do Egito.

Isso só foi possível graças a uma época de intensos milagres - a primeira grande era dos milagres bíblicos -, pois quando da peregrinação Deus proveu comida e água suficientes para alimentar todos os integrantes do povo. Levando-se em consideração que os que saíram do Egito foram 600.000 (seiscentos mil homens) e fazendo-se uma média de quatro (4) pessoas por família - o que é pouco para os orientais, que costumam ter famílias numerosas -, teremos um total aproximado de 2.400.000 (dois milhões e quatrocentos mil pessoas) no deserto pedindo água e comida e sendo supridos plenamente por Deus; não seria isso um grande milagre? Quando se fez necessário Deus abriu rochas e fez que delas brotassem fontes de água e até mesmo fez "chover" carne do céu, enviando ao povo codornizes para que eles pudessem ter seu suprimento de proteínas adequado para a viagem.

Mas o mais impressionante disso é o maná. Está escrito que Deus deu ao povo "pão dos anjos" (Sl 78.25) para comer! Imagino o que deve ter acontecido. O Senhor dá uma ordem e os próprios anjos levavam este "pão" para alimentar ao povo, e mesmo assim eles ainda reclamaram, pois se sentiram enjoados por comerem o maná! Não somos nós assim?

Vivemos de uma forma que, às vezes, Deus envia seus anjos para nos alimentar, e mesmo assim reclamamos! Há também a questão das roupas e calçados: não havia condições de terem fábricas de calçados e tecelagens no deserto, porém os calçados e as roupas não envelheceram nem desgastaram-se durante a época da peregrinação.

Temos aqui duas hipóteses: a primeira é a de que Deus "conservou" as roupas e calçados do povo de Israel de forma a não se desgastarem. A segunda é de que, além disso, as roupas e calçados "cresceram" com o povo, pois na época da saída do Egito muitas crianças e jovens saíram no meio do povo, e eles cresceram e se desenvolveram durante aqueles quarenta anos de caminhada!

Em nossas vidas também acontecem tais milagres - provisão para o corpo e no corpo - nossas roupas e alimentos - o que nos mantém durante nossa peregrinação firmes e convictos de que tudo não passa de um contínuo milagre, pois somos continuamente livrados por Deus em nosso dia-a-dia e não o percebemos! Nossa saúde é mantida por Deus, e consequentemente a vida, apesar de nossa fragilidade!

Outro fator muito importante e também esquecido por nós é que Deus andava em meio à seu povo no deserto e isso foi visto claramente por eles, pois durante o dia havia uma nuvem que cobria todo o povo, evitando assim que o calor do sol os fizesse perecer no deserto. Esta cobertura simboliza o cuidado de Deus para conosco e faz-nos lembrar que, do alto vem nosso livramento e que também nós temos uma "cobertura" muito competente, pois o Criador dos céus e da terra é aquele que é autoridade (cobertura) sobre nós e assim gerencia nossos passos, para que não sejamos consumidos pelo calor do sol no deserto. Isso durante o dia, pois á noite a coisa é ainda pior! Á noite temos a ausência de luz, e no deserto sopra um vento muito frio, além de haverem os animais que saem de seus esconderijos para poderem se alimentar e ali está o povo, totalmente entregue às condições do tempo e aos perigos daquele lugar.

Mas até para isso o Senhor providenciou solução. No deserto havia uma "coluna de fogo" que guarnecia o povo (em hebraico, literalmente "algo que se punha em pé"), lembrando-nos de que quando chegam os momentos "obscuros e tenebrosos" da vida (ou como diz Davi: "Ainda que eu andasse pelo vale da sobra da morte não temeria mal algum, porque Tu estás comigo" Sl 23.4) Deus se faz presente em nossa vida como um "fogo consumidor" que além de nos esquentar durante o rigoroso frio do deserto também espanta os animais perigosos que poderiam nos atacar, além de providenciar a direção correta em meio à escuridão!

O motivo da Festa de Sucot é basicamente um: relembrarmos dos atos de Deus na história do povo de Israel e também sabermos que isso acontece hoje conosco, e por isso celebramos à Ele por tudo!

Os judeus messiânicos crêem que o Messias virá numa festa de Tabernáculos, pois de acordo com João capítulo 7 Ieshua (Ieshua) foi para a Festa de Tabernáculos (7.2), porém só se manifestou no último dia da Festa dizendo: "E no último dia da festa, Ieshua pôs-se em pé e clamou dizendo: Se alguém tem sede venha a mim e beba". Naquele dia, Ieshua fez uma das declarações mais importantes já feitas ao homem: "Se alguém tem sede..." Naquele dia Ieshua revela-se aos judeus como sendo ele a fonte de água que pode saciar a sede de todos os que se acheguem a Ele... A condição é sempre a fé! Está escrito: "Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre".

O Messias, segundo crêem os judeus virá justamente no último dia de Sucot, pois foi justamente neste dia que Ieshua se manifestou aos seus... Esperamos, pois que, quer seja em Sucot ou não, possamos estar atentos para o momento em que Ieshua nos levará para junto de si definitivamente...

 


Baruch Há Shem!
Bendito seja o Nome!

www.shemaysrael.com/

 

Chegue mais perto

 

Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo vosso coração.

Hebreus 11: 1. Ora a fé é a certeza de coisas que se esperam, e convicção de fatos que se não vêem... A palavra de Deus diz que somos redimidos pelo precioso sangue de Jesus (1Pedro 1:19). Ouvi dizer que num programa de TV o entrevistador disse: que não cria no poder do sangue de Jesus. O sangue de Jesus está presente neste mundo há cerca de 2000 anos e se Ele tivesse algum poder o mundo não estaria nessa condição tão triste. Então o entrevistado respondeu: Caro repórter e ouvintes há imensa quantidade de sabão no mundo e, no entanto muita gente continua suja. O sabão não limpa ninguém só pelo fato de existir, nem pelo fato de elas os terem e até mesmo trabalharem numa fábrica de sabão. Se você quer saber o efeito que o sabão produz, então pegue nele e o aplique-o pessoalmente. Então verás o resultado!O mesmo se passa com o sangue de Jesus. Não basta saber que ele existe, cantar sobre Ele ou pregá-lo. Agora se faz necessário aplicá-lo em sua vida e assim, serás purificados do pecado, da enfermidade como milhares já foram. Mt 14:22 a 33 Aqui fala que as circunstância tentam nos afundar, gerar a incredulidade, medo, insegurança para que você não prove do amor de Deus. Mt 14:34 e 36. Precisamos passar para o outro lado e chegar a Genesaré, lugar de cura onde ocorre milagre, lugar da promessa. Remova os fantasmas da fraqueza, preguiça. Os discípulos teriam que ser perseverante para atravessar os obstáculos para ver a Glória de Deus.

Mt 14:25 A onde você quer chegar???O inimigo quer dizer que nada vai acontecer, período de escuridão onde o mar estava agitado e essa visão quer gerar um impacto negativo em seu coração. Mt 14:26 Desespero gera desequilíbrio, e as vozes na sua mente toma uma proporção maior, gerando angustia fazendo com que os nossos sentidos venham nos trair, querendo cristalizar um abatimento. Não ande pelo que você através das emoções, mas pela palavra de Deus. Mt 14:27 Deus está conosco. Não retroceda, persevere, chegue mais perto. Mt 14:28 A fé faz com que você ande por cima das circunstância para Pedro era o mar bravio e para você o que é????No meio da luta, ele teve uma experiência o inimigo tenta roubar a sua benção. Clame com fé. Mt 14:30,31 Jesus estava bem perto. Deus tem prazer em estender a mão para te sustentar e proteger. O seu lugar é no lugar de milagre. É no lugar da benção onde a cura é manifesta.

Mt14:32 A tempestade se acalma na presença de Deus. Você precisa ir ter com Jesus. A obediência é a chave para vitória. Quando você toma a decisão de seguir a palavra de Deus, aparentemente pode parecer que as coisas pioram, mas persevere.

Mt 9:1 Amigos são aqueles que incentivam você permanecer na busca de um encontro com Jesus e sua palavra. Eles se regozijaram juntos. Sl 27 Anele pela presença de Deus Clame, pois Ele é a salvação. Fé faz você ver por cima dos inimigos.

 

20/10/2008

Pastor Carlos Alberto

Campanha "Daniel" de Jejum e Oração

 

“Naqueles dias eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me untei com óleo algum, até que passaram  as três semanas inteiras.” (Dn 10, 2-3).

 

A passagem acima descrita, tirada do livro de Daniel, é o exemplo clássico de um “jejum parcial”, realizado em meio às atividades do dia-a-dia, com o propósito de alcançar de Deus a revelação de sua vontade.

Chamamos “jejum parcial” porque consiste na aplicação de uma dieta limitada, ao invés da abstinência absoluta de alimentos.

Está claro que existe um valor muito grande neste tipo de jejum.

Lendo os versículos seguintes deste capítulo de Daniel, verificamos que o culminar deste jejum foi uma tremenda visitação do anjo do Senhor com uma revelação indispensável a respeito das batalhas que se travam nas regiões celestes (versículos 13-22).

Além disso, o próprio Senhor, em sua visita a Daniel, assegura com palavras encorajadoras a eficácia de seu jejum e penitência:

 “Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste teu espírito a compreender, e em que te humilhaste diante de teu Deus, tua oração foi ouvida, e é por isso que Eu vim.” (v. 12).

 

Aleluia! Quando nós somos movidos pela promessa de Deus e numa atitude que o agrada, começamos a transformar esta promessa em realidade no jejum e na oração; no momento em que nosso coração se humilha e busca a face do Senhor, nossas palavras são ouvidas no céu.

Daniel dedicou três semanas completas (vinte e um dias) ao jejum e à oração. O tempo dedicado ao jejum é reservado para buscar o Senhor, mesmo em meio às atividades cotidianas, somos convocados a intensificar nossa comunhão com o Senhor.

Segundo o desejo de Jesus, devemos fazer isto sem ostentação, mas com discrição e buscando agradar somente ao Pai.

Outro fator importante em um tempo de jejum é o propósito que nos move a fazê-lo.
Um jejum sem propósito definido é como vagar num túnel escuro, sem saber de onde vem ou para onde vai.

Olhando as Sagradas Escrituras, encontraremos muitas razões que levaram as pessoas ao jejum.

Se vamos jejuar, teremos que ter objetivos firmes e claros pelos quais lutar: estar com Deus; receber sua Palavra; interceder; enfrentar satanás e suas tentações.

Como faremos nosso Jejum?
Por três semanas (vinte e um dias), a contar de 25 de agosto  a 14 de setembro de 2008 , ou outra data escolhida livremente, somos convocados a um jejum parcial.

Será um tempo  maior de oração e dedicação ao Senhor.
Durante este tempo, evitaremos alimentos pelos quais buscamos mais saciar nosso gosto do que as necessidades reais do nosso organismo (doces, refrigerante, excesso de frituras ou outros alimentos que constituam hábitos alimentares aos quais estejam apegados).
 
Aos que tiverem condições, escolher entre duas opções: ou iniciar a alimentação diária só a partir das 12h, ou simplesmente cortar uma das refeições do dia.
Cuidado somente para não “descontar” na próxima refeição para compensar o que foi omitido.

 
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